Pyrrhura frontalis – Marron-bellied Parakeet – Tiriba

Pyrrhura frontalis – Marron-bellied Parakeet – Tiriba

Tiriba-de-testa-vermelha

Também conhecida pelo nome de cara-suja, a tiriba-de-testa-vermelha (Pyrrhura frontalis) é uma ave da família Psittacidae que habita regiões florestais, geralmente em bandos. Sofre com a perda de habitat.

Nome Científico:
Seu nome científico significa: do (grego) purrhos = com a cor da chama do fogo, vermelho; e -ouros = com a cauda; e do (latim) frontalis, frontis = testa, frente, fronte . ⇒ (Ave com) a cauda e testa vermelhas.

Características:
Mede entre 24 e 28 centímetros de comprimento e pesa entre 72 e 94 gramas.
É verde, inclusive nas bochechas, com a zona auricular pardacenta. Fronte, abdômen e face inferior da cauda de cor vermelha. Região perioftálmica branca, assim como a cara. Não possui diferenças externas aparentes entre machos e fêmeas.

Flavismo é a ausência parcial da melanina (nesse caso ainda pode ser observado um pouco da cor original da ave), porém presença de pigmentos carotenoides. A ave flavística ou canela se apresenta com a coloração diluída, devido à perda parcial de melanina, tanto da eumelanina (pigmento negro) quanto da feomelanina (pigmento castanho).

Cianismo consiste na perda dos pigmentos carotenoides, que geralmente dão cor amarela, vermelha, laranja, dentre outras. Nesse caso, o indivíduo passa a apresentar apenas a melanina, mostrando cor azul. É mais comum em Psittacidae, por possuírem geralmente pigmentos azul e amarelo formadores da coloração verde, presente em grande parte das aves desta família.

Fotos de (Pyrrhura frontalis) com mutação na plumagem.
(Pyrrhura frontalis) com flavismo (Pyrrhura frontalis) com cianismo
tiriba-de-testa-vermelha (Pyrrhura frontalis)
tiriba-de-testa-vermelha (Pyrrhura frontalis) tiriba-de-testa-vermelha (Pyrrhura frontalis)
tiriba-de-testa-vermelha (Pyrrhura frontalis)

Alimentação:
Prefere frutas pequenas, mas também come frutos grandes, sementes e castanhas. Costuma equilibrar-se nos galhos, ficando de cabeça para baixo enquanto come.

Reprodução:
Nidifica em cavidades em troncos de árvores onde são postos de 3 a 5 ovos, cujas dimensões estão em torno de 26 x 21 milímetros e que são incubados pela fêmea durante cerca de 30 dias. Quando nascem os filhotes, estes são alimentados pelos pais, especialmente pelo macho, durante cerca de 45 dias.

Hábitos:
Desloca-se geralmente em bandos de 10 a 40 indivíduos.

Distribuição Geográfica:
Ocorre da Bahia ao Rio Grande do Sul, além da Mata Atlântica de Goiás e do sul do Mato Grosso do Sul, Uruguai, Paraguai e Argentina.

Filmado na Reserva Serra Bonita – BA

Zia Fight Club

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Pyrrhura Emma aime la castagne.

Training des petits Pyrrhura Molinae – 1er extrait

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Je ne dresse pas mes oiseaux, je les éduque.
Avant tout pour une meilleure sécurité. Je travaille le step up and down dès le début, ainsi que le rappel avec le “go”. Cela permet une plus grande qualité de vie avec son humain: le remettre dans la cage, par exemple sans courir après et surtout en cas de fugue ou d’accident, avoir une chance de le récupérer et ne pas risquer qu’il soit perdu à tout jamais. Cela ne protège pas des inattentions ou oublis, mais je dirais que cela augmente les chances, s’il est dans les parages de le voir revenir.
Évidemment c’est un travail de longue haleine et quotidien et ce sont des heures de travail. Il ne faut jamais faire d’entrainement long. Mes oiseaux lors de leurs sorties quotidiennes jouent, puis lorsqu’ils sont calmés et en condition, je les fait travailler environ 10/15 minutes selon leur humeur et cela à chaque sortie, donc plusieurs fois par jour. C’est l’humain qui doit s’adapter et pas l’oiseau. Il faut également être au calme et détendu.
Au début on se place à quelques centimètres, puis on s’éloigne de plus en plus. En général tous les oiseaux adorent ce moment de partage avec leur humain et le demandent.